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Curitiba terá integração de câmeras em agosto

O CCO (Centro de Controle Operacional), que faz parte do Sistema Integrado de Mobilidade, vai reunir informações de monitoramento das câmeras de segurança e de trânsito instaladas em Curitiba. Segundo a Urbs, o sistema deve começar a operar no início de agosto.


Hoje, há oito câmeras monitorando o trânsito em tempo real. Até o fim de 2013, serão 711. Já na segurança são 112 em funcionamento. Até 2014, serão 450.


Com a troca de informações, a cobertura da cidade será ampliada. “Em terminais de transporte coletivo e pontos de grande fluxo de veículos, onde as câmeras de trânsito serão instaladas, poderemos detectar delitos. Também teremos agentes dentro do CCO interagindo nas questões de segurança”, explica o diretor de Promoção da Defesa Comunitária da prefeitura, Marlon Guerreiro de Oliveira.


Já as câmeras de segurança podem informar problemas de tráfego, que serão repassadas para atendimento da Setran (Secretaria de Trânsito), por exemplo.


Haverá treinamento de equipes para trabalhar com o sistema. “Começamos a captação de 60 funcionários de várias secretarias”, conta Francine Lia Wosniak, diretora da Escola de Administração Pública do Imap (Instituto Municipal de Administração Pública).


É que o projeto não leva em conta apenas a segurança. Terá apoio da Saúde, Administração, Urbanismo, Obras Públicas, Plane jamento, Ippuc, Imap e Urbs. “Estamos mapeando as competências de cada órgão que vai integrar o sistema”, diz Wosniak.


Sistema vai subsidiar ações
Com o sistema integrado, o CCO terá informações que vão subsidiar o planejamento da mobilidade e também as ações de melhoria na segurança e na área de todas as secretarias e empresas que farão parte do projeto.


Segundo a Urbs, o município poderá desenhar operações e planos de contingência, além de se antecipar a riscos e a situações de emergência.


“Na medida que o CCO vai se consolidando, o sistema terá todas as informações integradas, podendo ser alimentado à distância”, explica Francine Lia Wosniak.

Em Curitiba vandalismo cai 73% com câmeras

As áreas monitoradas por câmeras de Curitiba tiveram uma redução de 73% nos casos de vandalismo de 2008 para 2011. Três anos atrás, foram computados pela Guarda Municipal 41 casos, contra 11 neste ano.

“A maioria dos casos são de destruição de lâmpadas, bancos do praça e redes elétricas arrancadas. Quase sempre são menores, a partir dos 14 anos”, conta Odgar Nunes Cardoso, diretor da Guarda Municipal.

A cidade conta com 97 câmeras de monitoramento nas ruas. Em parques e praças, no entanto, ainda ocorrem problemas. “No parque do Cambuí, no Fazendinha, a prefeitura colocou lâmpadas novas e em uma semana elas foram todas destruídas”, conta Odgar.

A prefeitura diz que vai continuar colocando novas câmeras. As últimas foram instaladas na avenida Cândido de Abreu. “Para nós é ótimo, porque somente um guarda monitora um área grande”, diz Odgar.

Prejuízos

Quase um terço dos vidros de ônibus estão riscados. Trocar seria jogar dinheiro fora, diz Urbs.

Vidros

Das 35 mil janelas de ônibus, 11,3 mil estão riscadas. Trocar custaria R$ 2,2 milhões, mas elas seriam riscadas novamente, afirma a Urbs.

Estações-tubo


Por mês são substituídos, em média, 70 vidros de estações tubo e 30 elevadores. O vandalismo nos tubos custou R$ 100 mil no ano passado.

Terminais
Câmeras estão em teste no terminal Cabral e nas estações tubo da Rodoferroviária.



Fonte: Band Notícias

Automatizador de Portões: Comodidade e segurança

A insegurança tem tido nos últimos anos um crescimento assustador. Assaltos são notícias constantes na televisão e em outros meios de comunicação social. Enquanto sociedade “cumpridora”, vemo-nos assustados e a tomar medidas quase extremas, em fuga constante de sermos alvo de um assalto ou vítimas de um qualquer crime.

Quem tem uma garagem, sabe do medo que aqui falamos. Nos prédios mais modernos ou pelo menos recentes, os p
ortões automáticos são uma realidade, mas nos prédios mais antigos, ou mesmo em garagens de rua os portões são ainda um meio que necessita o esforço e a força humana.

Uma garagem é à partida um local seguro, certo? Errado. Na base de várias estatísticas, podemos confirmar que muitos assaltos acontecem exactamente à porta das garagens. Se o principal meio de roubar um carro é imobilizar em primeiro lugar o veículo, o assalto fica facilitado quando um condutor está parado em frente ao portão da garagem. Agora vejamos a seguinte situação. Um condutor tenta entrar dentro da sua garagem cujo portão é manual. Para o carro e deixa-o ficar no chamado ponto morto. Sai do carro e tenta abrir o portão da garagem. O que acontece? Pois é! O condutor, quando olha para o veículo, depara-se com um estranho no seu interior a apoderar-se do que tanto lhe custou a conseguir.

Tendo em conta que muitos portões manuais obrigam um condutor a deixar um espaço considerável entre o veículo e o carro, a ajuda que dá ao assaltante é ainda maior.

Um portão automático é um investimento na sua segurança e comodidade. Na eventualidade de ter uma garagem individual, das que se entra diretamente da rua para o interior, o custo vai ser só seu, mas se a sua garagem fica no mesmo espaço que a dos outros condóminos do prédio, então o preço será a dividir por todos, e a coisa está mais facilitada.

Fonte: Rua Direta


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